Aqui está uma mais uma trapalhada deste nosso país, depois da nacionalização do BPN e dos contribuintes portugueses termos injectado 15 milhões de Euros.
O Banco Bic é o novo dono do BPN com a aquisição de 100 por cento das ações do banco.
Iberia no es un estado ni una unidad identitaria, es el encuentro fraternal de sus pueblos, independientemente de las divisiones estatales que hoy nos separan. Que todos los que lean este poemario puedan atestiguar y silo desean recitar, bien para sus adentros o expirando los versos que aqui se citan (por quê no?), como se sienten esas mismas poesias en otras lenguas hermanas. Para elIo, gradas a muchos colaboradores y al entusiasmo que ha despertado este libro novedoso, todas las lenguas, sín excepción, están representadas. Cada aportación ha sido para mí un valioso regalo, por cada traductor y recitador que iba sumándose a este proyecto un poema cobra mucho más valor. Sí, hago bien, subrayo el presente, porque un libro jamás es pasado ni futuro mientras siga acostándose en unas manos.
Con el permiso de las líneas discontinúas de los mapas, esas escarificaciones del poder sobre la tierra, sobre las cordilleras e incluso sobre los rios que son de piel nómada, he saltado las fronteras estatales que comprimen nuestra tolerancia y doy protagonismo a una visión ibérica (no sólo al bello rostro de nuestra península, sino también donde nos rodea el aura, en nuestras islas Azores, Baleares, Canarias y Madeira, y de igual modo en las ciudades de Ceuta y Melilla, pausas ibéricas en África); lo importante son sus pueblos, las culturas que lo forman y sus lenguas, patrimonio de todos nosotros… de todos!, un bien común que no debiera de ser politízado por nada ni nadie. Se lo dije a la Noche es un deseo donde todas las lenguas habladas en los distintos países ibéricos puedan convivir en el mejor exponente de la sensibilidad literaria, la poesia. Mencionar también a las 150.000 personas que todavia conservan viva el sefardi, lengua de origen castellana (mezclada con otras lenguas de Iberia), hablada por los descendientes de los judios expulsados de la península en eI aflo 1492. Ésta sigue siendo vuestra tierra, y el ladino o sefardi, un valiosísimo legado lingüístico que entre todos debemos de salvaguardar.
Juan Carlos Garcia Hoyuelos, «Se lo dijo a la noche»
http://edigital.ojornal-al.com.br/publications/show/611 (página 33)
LA IGUANA
año 8 número 165 30 de julio de 2011en este número : susana aguiar (jujuy, arg); stella maris taboro (sta fe, arg); liliana santacroce (córdoba, arg) ; antonio medinilla ( español, residente en arg); gabriela bruch ( sur del gran bs as), santiago pablo romero (andalucía, españa); manuel mosquera (perú); marta zabaleta( una argentina en londres); patricia olivera ( montevideo, uruguay); juan pablo davini ( venado tuerto, sta fe , arg); maría isabel farrán (chile)
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“A interrogação sobre o envelhecimento, é uma interrogação sobre os limites do Homem e a sua liberdade”
Naissance de la Vieillesse – Claude Olievenstein
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Na fachada de um prédio onde se reúnem alguns idosos, pode ler-se: “Pedimos desculpa por continuarmos vivos”.
A decisão de colocar o cartaz com estes dizeres surgiu após uma discussão havida durante uma sessão de convívio, quando atónitos leram num vespertino as preocupações de um governante pelo facto de termos tantos idosos e das dificuldades financeiras em suportar tamanho fardo.
Em alguns dos presentes, muito naturalmente, instalou-se um sentimento de culpa e grande desconforto por continuarem vivos, e esse ferrete que constantemente os caustica e marginaliza surge, unicamente, por não usufruírem de fortuna pessoal.
Porque a questão não reside na idade, mas na classe a que se pertence desde o berço à cova: “a rica teve um menino, a pobre pariu um moço”, “o pobre é enterrado o rico vai o jazigo”.
O socialmente desafogado nunca foi um peso para a sociedade, só o pobre é um estorvo.
Desde os medicamentos à mortalha, tudo é contabilizado ao reformado desafortunado. Contabilidade de classe, hipócrita, venenosa.
O que devemos contabilizar é o por quanto ficou aos pobres os que hoje os contabilizam; quem lhes pagou com trabalho árduo e salários de miséria, exploração acima de todos os limites, os estudos que fizeram, os cuidados de saúde que tiveram, os benefícios de que usufruem.
Quem lutou para que tivessem a protecção social que hoje lhes sonegam?
Por maldade ou descalabro mental, colocam tudo às avessas esse burrocratas que usam gel no bestunto para se distinguirem dos asnos, estes últimos, infelizmente, em via de extinção.
Há como que um sentimento de inveja e de rejeição perante o idoso. Inveja porque receiam não atingir a sua idade e repúdio porque deixou de produzir. “Paradoxo dos tempos modernos: a ciência faz recuar todos os dias a morte; os discursos de compaixão para com os velhos fazem parte da nossa liturgia quotidiana”. Assim se expressa Viviane Forrester in “Uma estranha ditadura”.
Contabilizando e dificultando o direito aos cuidados médicos estes ultraliberais que condenam a eutanásia em casos extremos, praticam-na, diariamente, com a frieza própria dos assassinos em série.
No passado dia 14/7 o ministro das Finanças Vitor Gaspar anunciou um imposto extraordinário sobre salários e pensões. Mais uma volta no garrote.
Os Mercados agradecem, os idosos definham e a canalha rejubila.
Cid Simões
Nuevas Hojas
Micro televisivo de poemas
de Gito Minore
-Segunda Temporada-