Contemplando a máquina do universo
Vejo do mar
Mas não o amo realmente
Ele é um Deus
Diante dele me encolho
Pobre e contente
Sem pedir nada
Com o cálice na mão
Alegremente me entrego
Ao Deus dos bons
Sempre pela liberdade
Sempre pela liberdade
Sozinho andarei
Sozinho andarei
Mares e terras distantes atravessarei
E a minha vida darei
Se necessário for
Sempre pela liberdade
Com o cálice na mão
Alegremente me entrego
Ao Deus dos bons
Sempre pela liberdade