O PRÍNCIPE DO LÍBANO/Grau 22
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O VIGÉSIMO-SEGUNDO GRAU DOS ALTOS GRAUS

O PRÍNCIPE DO LÍBANO

(ou Cavaleiro do Real Machado) (1762?)

In: Jacques Brengues, "La Franc-Maçonnerie du Bois, Protectrice de la Forêt". Paris, Guy Trédaniel Éditeur, 1991, pp. 253-254.

A loja tem por nome Colégio e divide-se em duas secções:

- o Atelier do Monte-Líbano, azul e iluminado por onze lâmpadas;

- o Conselho da Távola Redonda.

Os irmãos são decorados com um cordão arco-íris, para simbolizar "o sinal de reconciliação que o Senhor tinha dado aos homens, pelo qual lhes assegurava que não se vingaria mais deles" (1), referência à História dos Noaquitas evocada no grau de Cavaleiro da Prússia (21º grau), assim designado porque o Grão-Mestre ou Cavaleiro Grande-Comendador era Frederico de Brunswick. A jóia do 22º grau representa um machado de ouro com uma coroa. O sinal de ordem consiste em "elevar um machado com as duas mãos e baixá-lo, como se fosse para cortar uma árvore pela raiz".

Este grau, muito hermético, repousa essencialmente sobre o corte das árvores do Monte-Líbano, que deviam permitir a construção do Templo de Salomão.

O Trabalho é exaltado neste grau com vista à realização da Grande Obra.

 

Notas de Jacques Brengues

(1) R. Le Forestier, Les plus secrets mystères des Hauts Grades de la Maçonnerie dévoilés (1774), Paris, Dorbon aîné, s.d. (1914), p. 149.

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